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Soluções

Três posições desconfortáveis

Da entidade contratante, e o que as resolve.

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Todas resultam da assimetria de informação entre quem opera e quem responde.

Indicadores auto-reportados

A dor

A entidade contratante avalia o desempenho com base em relatórios produzidos pelo prestador, sem meio próprio de verificação e sem acesso aos registos subjacentes.

A resposta

Verificação periódica por chamada anónima às linhas operadas, com relatório entregue à contratante, e cláusula de acesso aos registos que sustentam os indicadores.

Necessidade de transformação

De indicadores reportados para indicadores verificados.

Serviço correspondente: Verificação por Chamada Anónima

Contrato com remissão genérica

A dor

O contrato remete para «a legislação aplicável» sem enumerar obrigações, o que torna impossível verificar o cumprimento e impossível imputar o incumprimento.

A resposta

Revisão do caderno de encargos e do contrato, com enumeração das obrigações, direito de auditoria, reporte com evidência e regime de alterações.

Necessidade de transformação

De uma remissão genérica para obrigações verificáveis.

Serviço correspondente: Caderno de Encargos de Atendimento

Cadeia de subcontratação desconhecida

A dor

A operação está subcontratada a jusante sem que a entidade contratante conheça a cadeia completa, o que a deixa sem visibilidade sobre quem trata efectivamente os dados dos seus clientes.

A resposta

Levantamento da cadeia, regularização do regime de subcontratação ulterior e fixação das obrigações que se propagam a todos os elos.

Necessidade de transformação

De uma cadeia opaca para uma cadeia identificada e regulada.

Serviço correspondente: Governação da Externalização do Atendimento

Identificar a sua dor dominante

A primeira conversa serve para determinar qual destas dores é a que custa mais dinheiro na sua organização.